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Camelô entra em desespero e ameaça atear fogo na própria loja no Shopping Popular; mulher foi presa pela PM

Com pouco movimento e vendas baixas, a situação é de desespero dos permissionários do Shopping Popular
Camelô entra em desespero e ameaça atear fogo na própria loja no Shopping Popular; mulher foi presa pela PM Camelô entra em desespero e ameaça atear fogo na própria loja no Shopping Popular; mulher foi presa pela PM

Sem vender, com boletos atrasados e sem condição de pagar as taxas impostas pelo Consórcio que administra o empreendimento, uma permissionária de box no Shopping Popular de Feira de Santana entrou em desespero nesta quinta-feira (14). A mulher, ainda não identificada, tentou atear fogo em seu box, que havia sido lacrado devido à inadimplência.

Segundo informações passadas ao Protagonista pela Associação de Vendedores do Shopping Popular, a mulher devia taxas de condomínio - que variam entre R$ 457 a R$ 618 por mês, a depender do tamanho do box. O local foi lacrado pela administração. Ao tentar retirar suas mercadorias, do ramo de confecções, a mulher foi impedida pela fiscalização.

Revoltada, a mulher comprou uma quantidade de gasolina e tentou atear fogo em seu box. A Polícia Militar foi acionada pela administração. Um grande tumulto se formou. Após muita discussão, a mulher foi conduzida, dentro de um camburão, para a delegacia de Polícia Civil.

Os camelôs transferidos das ruas do centro de Feira para o Shopping Popular, do empresário Elias Tergilene, reclamam das taxas cobradas no empreendimento. Com demanda reprimida e poucas vendas, a situação geral é de falência e desespero. O empreendimento virou um grande mausoléu, onde os camelôs, em sua esmagadora maioria, estão com a vida financeira sepultada.

O prefeito Colbert Filho intercedeu e conseguiu a anistia das taxas durante alguns meses, apesar da resistência do Consórcio. Com o início da cobrança das taxas, a situação, que já era dramática, se transformou em desesperado. "Tem gente aqui que malmente consegue dinheiro pra comer", protestou o dirigente da associação, Rogério Pereira.

 

 

Comentários (3)

Esse foi o presente 🎁 que o ex prefeito José Ronaldo, deu para a classe trabalhadora de Feira , deu o espaço do município, se é do município é do povo . Para uma empresa que nem de Feira é . P A R A B É N S 👏👏👏!!!
Tudo acontecendo como o previsto. Um empresário GANHA um terreno bem avaliado, constrói uma máquina de dinheiro, obriga os camelôs a assinarem um contrato abusivo que inclue retenção até mesmo de suas mercadorias em caso de dívida, os coloca pra fora e VENDE para alguém que possa pagar. Daqui a dois anos apenas meia dúzia daqueles retirados do calçadão estarão no tal xopi e o empresário estará ainda mais rico. Obrigado ZEROnaldo e Cobéssonaro, vcs dão os melhores e os feirenses agradecem!
O prefeito não deu anistia alguma! Desde que chegamos aqui q pagamos o valor quase 200 reais em um box de 5 metros! Agora em setembro as taxas aumentaram e vieram quase 600 ! O prefeito anterior disse que o camelor iria ter lugar digno para trabalhar, com valores cotados em taxas mínimas! E o atual prefeito nós obriga a abandonar nosso local de trabalho e nos deixa aqui , esquecidos para morrer!

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