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Secretário explica compra de água mineral pela Secel: "só paga quando usa"

Segundo o secretário Jairinho Carneiro, o pagamento só será feito quando a água for utilizada nos eventos
Secretário explica compra de água mineral pela Secel: "só paga quando usa" Secretário explica compra de água mineral pela Secel: "só paga quando usa"

O secretário municipal de Cultura, Esporte e Lazer, Jairo Carneiro Filho, em contato com o Protagonista, explica a compra de quase R$ 58 mil reais em água mineral, divulgada nesta sexta (VEJA). Segundo ele, a Secel está realizando várias licitações para a volta das atividades da pasta em 2022, no setores esportivo e cultural.

“Nós estamos vivendo esse momento aí, graças a Deus, de uma melhora com relação à pandemia e uma expectativa de retomada das atividades no ano de 2022. Para você ter uma ideia, nós temos licitações que estão dando desertas ou então as pessoas vencedoras têm problema de documentação. E, no serviço público, a gente precisa de todo um planejamento para que possamos contratar. Então, nós estamos fazendo essas licitações, não só de água mineral, como de banheiro químico, estrutura, enfim todas as licitações referentes aos eventos culturais e esportivos. Essa água não é de consumo interno. A água de consumo interno o Município adquire aqueles galões de 20 litros, que aí a gente utiliza nas Secretarias, nos equipamentos públicos. Essa água mineral do edital é aquela água para a gente utilizar nos eventos esportivos, culturais", explica.

"Todas essas licitações que, às vezes, não aparece isso no extrato, quando é publicado no Diário Oficial, não é que o Município esteja comprando no dia de hoje, ontem, ou no dia de amanhã. Fazemos a licitação e essa licitação passa a valer para contratação e pagamento desse bem ou serviço a partir da ordem de serviço e, com a duração de 12 meses. Se chegarmos, por exemplo, em fevereiro ou março e tivermos alguma atividade cultural ou esportiva que já esteja autorizada e liberada no Município de Feira de Santana, nós podemos, portanto, dar uma ordem de serviço que vai passar a valer por 12 meses para frente e vamos solicitar o que for necessário. Você não faz essa compra direta, a compra não foi realizada hoje, não será realizada enquanto nós não tivermos a retomada das atividades, porque não existe justificativa para isso, e, a partir do momento que houver necessidade, nós vamos solicitar a quantidade necessária e aí, sim, você passa a fazer um pagamento de acordo com o que você vai utilizando", salienta.

"Para você ter uma ideia, tivemos licitações que aconteceram no ano passado e que não foram utilizadas, não teve ordem de serviço. Ou seja: a gente faz uma licitação porque é o trâmite que a gente tem que fazer para aquisição de valores acima do valor de dispensa de licitação e, com isso, você faz todo um planejamento e, caso tenha necessidade, você utiliza. Se não tiver necessidade essa licitação, o Município não haverá nenhum tipo de pagamento a essa empresa", conclui.

 

 

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