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Atualizado em: 04-03-2026 12:32

OPINIÃO: O pior PIB em cinco anos e a triste realidade do Brasil

Soma das riquezas produzidas pelo país durante um ano, cai, retrai 1,3 ponto percentual entre 2024 e 2025. Eis o choque de realidade
OPINIÃO: O pior PIB em cinco anos e a triste realidade do Brasil OPINIÃO: O pior PIB em cinco anos e a triste realidade do Brasil

O Brasil, ao contrário das economias mais sólidas do mundo, na versão fantasiosa do governo, caminha para o pleno emprego – quando o desemprego é ínfimo, a inflação é baixa, mas o seu PIB, que é a soma das riquezas produzidas pelo país durante um ano, cai, retrai 1,3 ponto percentual entre 2024 e 2025. Eis o choque de realidade.


O PIB brasileiro, mesmo sob desconfiança de ajustes para cima, de acordo com o nada confiável IBGE, que nas mãos do PT se tonou um órgão de governo, não mais de estado, como deveria, foi de 2,3%, o pior desempenho desde 2020, ano da epidemia de covid, que parou a economia do mundo.


Em 2025, este índice que analisa profundamente como anda a saúde financeira de uma nação, estado ou cidade, foi 1,1 ponto  percentual menor do no ano anterior, quando atingiu 3,4%. O fraco desempenho puxou o Brasil do grupo dos dez países mais ricos do mundo. Caiu para a 11ª posição, vários trilhões de dólares mais pobre do que a Rússia, que, mesmo em guerra, o atropelou e aparece como 10º.
 

O país desacelerou, pisou profundamente no frio em 2025 ante 2024. Mas o que explicar a retração se, pelas contas apresentadas pelo governo, o Brasil está a mil maravilhas?  A maneira petista de administrar, onde reúne fantasia, corrupção, taxas de juros altas, entre outras variáveis, pode ser resposta. No governo de Dilma, quando o mundo vivia uma calmaria na economia e na geopolítica, o pais quase quebrou. PIBs negativos se sucederam.


O PIB em 2025 foi de 12,7 trilhões de dólares. Este índice é formado pelo consumo das famílias, exportações líquida, gastos públicos e investimentos. O consumo das famílias ficou no 0 a 0, mesmo com o estímulo dos programas sociais, o gasto público foi de 1% e os investimentos (que é a compra de maquinas e obras) caíram 3,5%. As exportações apresentaram resultado positivo devido a baixa importação.


Por setores, mais uma vez o combatido pela esquerda como se fosse o satã de tudo, o combatido agronegócio foi o destaque nesta poupança, responsável por 11,7% da riqueza do país – ou mais de um trilhão de dólares. Foi quase seis vezes maior que o de serviços, com 1,8% e mais de seis vezes do que a Indústria, que teve participação com 1,4%.


A esquerda gasguita e analfabeta nada diz sobre o desempenho do país no ano passado no cenário da economia mundial. Em ano eleitoral, o fraco desempenho do PIB é muito mais do que um potente soco no estômago do governo. É um destruidor de narrativas. Cabe a oposição explorá-lo.


(Por: Batista Cruz / www.facebook.com/batista.cruz.33)

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