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Fernando Torres vai analisar "mais de dez pedidos de impeachment" do prefeito na Câmara

Fernando também afirma que vai procurar o vice-prefeito Fernando de Fabinho para conversar sobre compromissos futuros
Fernando Torres vai analisar "mais de dez pedidos de impeachment" do prefeito na Câmara Fernando Torres vai analisar "mais de dez pedidos de impeachment" do prefeito na Câmara

“Acho que o prefeito Colbert Martins Filho perdeu a noção da política, do parlamento, da gestão pública. Eu falei aqui anteriormente que sou contra qualquer tipo de afastamento, de qualquer gestor. Mas essa administração é pífia, problemática, que não ouve a população. Eu era contra o impeachment do prefeito Colbert, mas não sou mais”. A afirmação é do vereador Fernando Torres (PSD), durante pronunciamento na tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira (21).

Segundo Fernando, serão analisados todos os pedidos de afastamento. “Como presidente da Câmara, gostaria de dizer à liderança do governo e ao vereador José Carneiro que nós vamos analisar as mais de 10 solicitações que já chegaram a esta Casa para tomar uma providência”, disse.

Segundo matéria da assessoria de comunicação da Câmara (Ascom), o discurso de Fernando teve como base a ação do prefeito que, novamente, entrou na Justiça para reconduzir o procurador Carlos Alberto Moura Pinho à Procuradoria, mesmo após votação e derrota na Câmara Municipal. “O prefeito não aceita a derrota aqui nesta Casa. Ele que foi parlamentar sabe que o gestor precisa seguir o regimento do que está administrando. Mais uma vez ele comete crime de responsabilidade”, afirma.

O vereador também pontuou que a cidade está suja, com uma iluminação ruim, tem R$ 260 milhões de precatórios e não paga os professores, não paga os servidores da saúde e isso está gerando um caos. “Vamos buscar conversar com o vice-prefeito Fernando de Fabinho porque, se ele assumir a Prefeitura, precisa fazer compromissos com os vereadores, professores, servidores da saúde, e com toda a população de Feira de Santana, porque não vamos trocar seis por meia dúzia; não vamos tirar o ruim e colocar o pior”.

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