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Exclusivo: descartados novos leitos de UTI no Hospital de Campanha; tendência é de desmobilização, diz diretor

Segundo o dr. Francisco Mota, com a redução da taxa de ocupação, pode haver a desmobilização de leitos de UTI no Hospital de Campanha
Exclusivo: descartados novos leitos de UTI no Hospital de Campanha; tendência é de desmobilização, diz diretor Exclusivo: descartados novos leitos de UTI no Hospital de Campanha; tendência é de desmobilização, diz diretor

A ampliação do número de leitos de UTI no Hospital de Campanha de Feira de Santana está suspensa. Pelo menos neste momento. E a tendência, agora, é desmobilizar leitos de UTI. “Acho que nesse momento não há necessidade de abertura de novos leitos de UTI. A tendência é de desmobilização, que é a inativação do leito, mas não a desativação completa. Podendo, se necessário, voltar ao uso em 7 dias”, pondera dr. Francisco Mota, diretor médico do Hospital de Campanha.

De acordo com Francisco Mota, a surpreendente baixa do número de casos registrados e óbitos nos últimos dias, motivou a suspensão da ampliação da quantidade de leitos de UTI no Hospital de Campanha de Feira.

Nesta quarta-feira, até por volta de 12h30min, horário do contato do protagonista com o diretor, 13 leitos de UTI dos 18 existentes estavam ocupados – cerca de 70%. Com perspectiva de altas médicas ainda nesta quarta, baixando ainda mais a taxa de ocupação.

Na enfermaria do Hospital de Campanha os números também são animadores. Nesta quarta, até 12h30min, havia 14 leitos ocupados, de um total de 44. “A ocupação caiu bastante. Não faz mais sentido, neste momento, abrir mais leitos de UTI. O custo de manutenção é alto”, acentua Francisco Mota.

E a tendência de redução da necessidade de leitos de UTI para covid não acontece apenas no Hospital de Campanha. No Hospital Dom Pedro, segundo dr. Francisco Mota, a ocupação está em 50%, com 4 leitos ocupados dos 8 existentes.

 

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