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Devendo e sem clientes, comerciantes do Shopping Popular fecham boxes e pedem "socorro"

De acordo com informações levantadas pelo Protagonista, alguns comerciantes nem estão mais indo ao empreendimento abrir seus boxes
Devendo e sem clientes, comerciantes do Shopping Popular fecham boxes e pedem "socorro" Devendo e sem clientes, comerciantes do Shopping Popular fecham boxes e pedem "socorro"

A permissionária de box no Shopping Popular, que foi conduzida à delegacia por policiais militares, após se revoltar contra o lacre e apreensão de suas mercadorias, devido à inadimpl}ência de taxas (VEJA), prestou queixa contra o Consórcio que administra o empreendimento. No setor onde a mulher comercializava confecções, o clima é de medo e apreensão.

A mulher, que terá o nome preservado, não retornou, ainda, ao seu box, até a publicação desta matéria. Permanece lacrado pela administração. Ela, assim como boa parte dos comerciantes próximos, está devendo entre dois e três boletos referentes a taxas de aluguel e manutenção.

O Protagonista esteve no Shopping Popular na manhã desta sexta. Vários comerciantes estavam retirando mercadorias, temendo lacre do box e apreensão de mercadorias por parte do consórcio comandado pelo empresário Elias Tergilene, que administra o espaço pelas próximas três décadas.

"Não estamos vendendo nada aqui. Eu, mesmo, devo três boletos de R$ 618, e não vejo condição de pagar no momento. Vou levar umas mercadorias para casa e tentar vender por fora, pela internet, porque aqui no Shopping Popular a coisa tá difícil", disse um dos comerciantes ao site.

A inadimplência só faz crescer. De acordo com informações levantadas pelo Protagonista, alguns comerciantes nem estão mais indo ao empreendimento abrir seus boxes. As dívidas com taxas de concomínio e manutenção crescem, e as vendas encolhem. O resultado dessa conta que não fecha, é visto por todos: boxes e mais boxes fechados - lacrados pela administração ou fechados pelos permissionários.

 

Comentários (2)

Cobé que fez. Cobé que faz. Cobé vai fazer muito mais!
Não temos condições de pagar os boletos nem de pagar o coletivo pra ir trabalhar. A onde de medo , ansiedade, falta de sono é o que permeia entre nós.

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