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Carlos Geílson "descasca" Zé Neto em programa de rádio: egocêntrico e egoísta

Carlos Geílson até tirou o chapéu para o governador Rui Costa, mas com ressalvas
Carlos Geílson "descasca" Zé Neto em programa de rádio: egocêntrico e egoísta Carlos Geílson "descasca" Zé Neto em programa de rádio: egocêntrico e egoísta

O radialista e deputado estadual Carlos Geílson (PSDB) foi o convidado do programa de Silvério Silva. No tradicional quadro “Pra quem você tira o chapéu”, Geílson “descascou” o deputado federal Zé Neto. “Ele passou a rasteira em todo mundo”, disparou.

Carlos Geílson soltou os cachorros em Zé Neto, para justificar não tirar o chapéu para o candidato do PT nas eleições feirenses. “Egocêntrico e narcisista”, cutucou. A seguir, a justificativa de Geílson:

“Não tiro (o chapéu) por uma série de fatores. O trabalho como político, apenas, não funciona. É trabalhador, apaixonado pela cidade, vive a rotina da cidade, mas é um político egocêntrico e narcisista. Isso o impede que tenha um crescimento que seja consoante com seu volume de trabalho.

Quantos políticos ela acabou aniquilando dentro do PT? Ângelo Almeida, Beldes Ramos, Marialvo Barreto, Sérgio Carneiro, Pablo Roberto, todos que começaram a despontar dentro do partido ele passou a rasteira.

Esse é o grande defeito do deputado Zé Neto. Ele não consegue formar grupo. Ele só conseguiu eleger dois vereadores. Isso mostra que ele tem o voto pessoal, mas não consegue repartir.

Por este projeto egocêntrico, por ser narcisista, deve refazer a sua vida pública. É a quinta vez que ele tenta ser prefeito de Feira. Dessa vez chegou perto, mas na hora “h” o povo diz assim: Zé Neto, não.

Eu quero fazer essas observações, pelas quais eu não tiro o chapéu para o deputado Zé Neto. Aqui não vai nenhum demérito em relação ao cidadão, mas, sim, para o político que não consegue aglutinar, com esse seu projeto de extremo individualismo. Se ele ganhasse a eleição, seria uma vitória pessoal, mas também seria privilegiar quem faz o errado em relação à articulação de grupo. Quem está na vida pública precisa formar grupo e valorizar os seus.

Veja que o vereador Alberto Nery, do PT, conseguiu fazer uma boa campanha, mas não se reelegeu, porque o deputado privilegiou os dois eleitos do partido, porque Nery nunca rezou na cartilha dele. Por tudo isso, eu não tiro o chapéu para o deputado José Cerqueira de Santana Neto”.

Em relação ao governador Rui Costa, Geílson até tirou o chapéu, mas com algumas ressalvas.

 

Comentários (3)

traidor
kkk
Zé Neto não sabe somar

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